Candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro cumpre agenda em São Luís nesta terça-feira (22), com motocarreata, comício e apresentação de propostas.
São Luís recebeu nesta terça-feira (22) uma agenda da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), com atos junto a apoiadores e apresentação de propostas voltadas ao Maranhão e a temas nacionais. A programação inclui motocarreata e comício na capital, a 12 dias do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro.
O candidato chegou pela manhã ao Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado, onde foi recebido por apoiadores. Na região do aeroporto, participou de uma concentração antes de seguir para a motocarreata pelas ruas da cidade. A agenda divulgada previamente pela campanha já previa a passagem de Flávio Bolsonaro por São Luís nesta terça-feira.Durante entrevista concedida na capital maranhense, Flávio apresentou propostas para um eventual governo e abordou investimentos que pretende direcionar ao Maranhão caso seja eleito. Entre as áreas mencionadas estão infraestrutura, logística e desenvolvimento econômico.

A visita ao Maranhão integra uma sequência de compromissos eleitorais de Flávio Bolsonaro no Nordeste. A campanha do candidato tem concentrado parte da agenda da reta final do primeiro turno na região.

Ele também afirmou que pretende estabelecer pena mínima de oito anos para casos de roubo de celular. As medidas foram apresentadas pelo candidato como parte de seu programa para o enfrentamento às organizações criminosas.
Outro tema abordado durante a passagem por São Luís foi a composição do Supremo Tribunal Federal. Flávio afirmou que, se eleito, pretende indicar quatro ministros para as vagas que surgirem naturalmente durante um eventual mandato.
O candidato disse ainda que faria uma quinta indicação caso Alexandre de Moraes deixe o STF. Ao comentar o perfil que pretende buscar para eventuais nomeações, mencionou posicionamentos sobre aborto, drogas e interpretação da Constituição.
Na entrevista, Flávio também criticou decisões e a atuação dos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino. As declarações fazem parte do posicionamento político do candidato em relação ao Supremo; os dois magistrados permanecem no exercício de suas funções na Corte.